21/12/09
"Milagre Anarquista": Rage Against tem single mais vendido no Natal
20/12/09
Brittany Murphy morreu, diz TMZ
O seu último trabalho foi o ainda inédito "Os mercenários", filme com Stallone e Schwarzenegger que estreia em 2010 e também conta com a participação da atriz mexicana, radicada no Brasil, Gisele Itié.
16/12/09
Já saiu o trailer de "Alice no País das Maravilhas"
Enquanto abril não chega, vamos de trailer, folks.
De Kraftwerk a BEP, por aí!
25/11/09
Ingressos para Cranberries à venda; confira os preços
Rio de Janeiro
Data: 28/01/2010
Horário: 21h30
Classificação: 15 anos
Preços:
Camarote R$250 (inteira), R$125 (meia);
Pista: R$160 (inteira); R$80 (meia);
Pista Premium: R$300; R$150 (meia)
Poltrona: R$200, R$100 (meia).
Mais i nformações aqui
São Paulo
Classificação: 16 anos (adolescentes de 14 e 15 anos, só acompanhados pelos pais);
Data: 29/01/2010
Horário: 22h
Preços:
Camarote setor 1 – R$300 (inteira); R$150 (meia);
Camarote setor 2 – R$250 (inteira); R$125 (meia);
Pista normal – R$180 (inteira); R$ (meia);
Pista Premium – R$300 (inteira) ; R$150 (meia);
Platéia superior 1 – R$ 140 (inteira); R$70 (meia);
Platéia superior 2 – R$120 (inteira); R$60 (meia);
Platéia superior 3 – R$100 (inteira); R$60 (meia).
Mais informações aqui.
Belo Horizonte
Classificação: 16 anos
Data: 31/01/2010
Horário: 20h
Preços:
Pista/Arquibancada R$140 (inteira); R$70 (meia)
Mais informações aqui
Local: Pepsi On Stage
Classificação: 14 anos
Data: 03/02/2010
Horário: 21h30
Preços: *
Camarote: R$300
Mezzanino: R$200
Pista: R$90
Mais informações aqui
20/11/09
Confirmado! Cranberries no Brasil em 2010!
Mais informações sobre o show do Cranberries no Brasil
29/01/10 – São Paulo - Local: Credicard Hall
31/01/10 – Belo Horizonte - Local: Chevrolet Hall
03/02/10 – Porto Alegre - Local: Pepsi On Stage
RIP, Herbert Richers!
Morreu Herbert Richers. O responsável pela dublagem dos nossos desenhos e filmes favoritos. Quem, que quando criança, nunca arriscou seu inglês repetindo “versão brasileira Herbert Richers”?
11/11/09
Resenha: Faith No More em Belo Horizonte (09/11/2009)
No lugar e na hora errados estava a banda mineira monno (assim, em caixa baixa), que, musicalmente falando, nada tinha a ver com a banda principal da noite. Não empolgaram o público, afinal, a noite era do FNM. Só deles. Volte para o início.
Eram quase 21h quando as luzes se apagaram. Celulares e câmeras em mãos. Era o Faith No More indo para o palco. O público tentava adivinhar qual seria a música de abertura: Reunited ou a instrumental Midnight Cawboy? Foi a segunda. De acordo com o setlist “padrão”, a próxima música seria From Out Of Nowhere e todos já estavam preparados para cantar com Mike Patton pela primeira vez. Eis que o bumbo da bateria de Mike “Puffy” Bordin anunciava a primeira surpresa da noite: The Real Thing, música que tinha sido cortada dos últimos setlists. Gol do Faith No More. E que golaço! O público começou a vibrar, a chorar e se abraçar. Pelo jeito, The Real Thing é a música favorita de muita gente, e não só dessa pessoa que vos escreve.
O público não cantava, mas gritava cada palavra deThe Real Thing. Em seguida, mais duas porradas: Land of Sushine e Caffeine. Mas não antes de Mike Patton se dirigir pela primeira vez ao público, dizendo, em português: “Boa noite, Horizonte... Belo!”. Para descansar, uma baladinha. Mike Patton, aproveitando a derrota do Atlético-MG para o Flamengo, fez questão de “dedicar” a versão em português de Evidence, ao time de coração do seu grande amigo Paulo Junior (baixista do Sepultura), que também estava no show. Em português, disse, ironicamente, “tristeeeeza”, arrancando risadas não só de cruzeirenses, como também de atleticanos. Afinal, não dá para ficar “de mal” do Psicopatton.
O primeiro grande mosh foi formado em seguida: Surprise! You're Dead!. Para acalmar um pouco os ânimos, uma menos pauleira: Last Cup of Sorrow (cujo clipe é baseado no filme Vertigo, de Alfred Hitchcock). Graças aos chilenos, o Faith No More adicionou a sensacional Ricochet, do álbum “loucão” King for a Day... Fool for a Lifetime, aos setlists da tour sulamericana, inclusive o de BH.
Roddy Bottum dedilha no teclado o famoso cover do Lionel Ritchie e The Commodores, Easy. O público cantou com eficiência, mas nada de histeria. De fato, era um show só para fãs, que não costumam morrer de amores por essa música. Ao contrário de Epic, que foi esbravejada por todos, com muito gosto.
Em seguida, outra pauleira: Midlife Crisis, com direito à galera cantando sozinha o refrão. Na pausa, Mike Patton perguntou se o público queria ouvir “Like a Virgin” da Madonna. Recebeu um sonoro “NÃÃÃOO”, infelizmente (Vão me dizer que não ia ser demais?).
King for a Day anunciava não só o fim iminente do show, como também os primeiros gritos coletivos de “Porra, Caralho!” promovidos pelo incansável Patton. Até que, em Ashes to Ashes, o “Porra, Caralho” do público funcionou como uma espécie de sample. A banda começou a se despedir. Patton diz que aquele era o último show que o FNM faria no Brasil. Não sabendo se ele se referia à atual turnê ou se era um aviso de que a banda não iria mais continuar na estrada após The Second Coming, o público não perdeu tempo e gritou outro sonoro “Nãããoooo”, arrancando risadas do vocalista que, em português, finalizou “É verdade!”.
Tocaram Just a Man. Durante oito minutos, Patton orquestrava coreografias com o público. Saíram do palco. Depois de menos de cinco minutos de gritos de “Porra, Caralho”, “Faith No More” e “Falling to Pieces”, a banda retorna ao palco para tocar Stripsearch, com direito à abertura de Chariots Of Fire e mais sample com palavrão. Fecharam a noite com a outra surpresa: Mark Bowen, raramente tocada nesta tour. O programado segundo bis, com a clássica We care a lot, não veio. Informações não confirmadas dão conta de que o tempo do show estava para ultrapassar o que havia sido combinado no contrato com a casa de shows. Dessa forma, a banda não pôde voltar para se despedir do público pela última vez.
O grande pesar dessa mini-tour brasileira foi que a banda deu a entender que The Second Coming trata-se de um projeto passageiro. Apesar de alguns “maybes”, a possibilidade de continuarem na estrada e gravarem novos trabalhos parece ser quase nula. Quem não foi, talvez tenha perdido a última oportunidade de vê-los juntos e ao vivo.
28/10/09
Olha quem virou boneca!
De acordo com o G1, as bonecas custarão, em média, US$50. Por enquanto, parece que não há previsão para venda no Brasil. Enquanto isso, babemos:
Taí uma coisa engraçada. Joan Jett, lésbica, um ícone do movimento feminista e ídola das adeptas do Riot Grrrl virar Barbie. Mas a bonequinha dela ficou linda. Será que vem com a guitarrinha ou será comprada separadamente?
Cyndi "Barbie" Lauper
Deveria ser a melhor boneca de todas, mas esse visual clássico/moderado não combinou. Mattel, né? Cyndi merece algo mais escalafabético. Mais glam! Mais tosco! Mais brega! Mais, sei lá... Cyndi Lauper. Não gostei muito.
E vocês? Gostaram de qual? Qual artista merecia virar boneca também?
22/10/09
Estreia hoje no Brasil a 6ª temporada de House

House ficou só. Como sempre! E pior. A felicidade de seus colegas de hospital é tanta que ele não consegue mais ser o estraga-prazeres. E na nova temporada, ele irá acordar num hospital psiquiátrico e fará de tudo para fugir de lá. Será que essa temporada será a redenção de House? Será que de filha da poota ele vai virar coitadinho? Pode ser e se for, vai ser muito bom.
Update: No episódio, House irá piriguetar Franka Potente (Trilogia Bourne, Corra Lola, Corra...).
Segue um vídeo promo do episódio.20/10/09
Como vai você?
Cadê o retardado que usava pulôver e fazia dancinha ao som de Tom Jones?
O fim do A-ha!
Não me lembro da "linha editorial" do meu jornalzinho, mas tenho a lembrança da abertura do programa. Projetada dentro da minha cabeça, claro, a abertura era composta por um tanto de imagens de acontecimentos (não sei quais acontecimentos marcariam a vida de uma criança de 4 anos, mas...). E a música era You're the One, cantada por mim, num inglês sofrível, assim como ainda é o meu inglês hoje.
A última vez que vi a banda ao vivo em um evento -pela televisão - foi no Live Earth, em 2007. O vocalista Morten Harket estava completamente fora de forma, e não digo só pela barriguinha saliente do ex-galã do pop na década de 1980. Ele tava muito desafinado.



