21/12/09

"Milagre Anarquista": Rage Against tem single mais vendido no Natal

Killing in the name, um dos clássicos do Rage Against The Machine (RATM), foi o single mais baixado no iTunes e se tornou o número 1 do Natal do Reino Unido.

A vitória só foi possível através da campanha RATM4Xmas (RATM para o Natal), iniciada no Facebook por um casal de fãs. A ideia da campanha era desbancar a hegemonia do programa de talentos The X Factor, uma espécie de American Idol britânico, que há 5 anos vem colocando seus vencedores no topo dos singles de Natal.

Killing in the name vendeu 50 mil cópias a mais do que Joe MacElderry, o vencedor do The X Factor e favorito para levar o single de Natal. O dinheiro das vendas dessas mp3's será doado para uma instituição de caridade.

A campanha teve adesão maciça nas redes sociais. Depois do Facebook, o guitarrista do Rage Against, Tom Morello, ajudou a popularizar a "missão" no Twitter, onde as ocorrências "RATM4Xmas" e "Rage Against The Machine" ficaram, por muito tempo, nos Trading Topics.
 
Ontem, 20 de dezembro, após o anúncio da vitória, Zack de la Rocha,  vocalista da banda, prometeu recompensar os fãs britânicos com um grande show gratuito no Reino Unido. O famoso jurado Simon Cowell, do The X Factor, reconheceu a derrota de MacElderry, mas classificou como "estúpida" a campanha RATM4Xmas. Já Tom Morello, em seu Twitter, disse que a vitória foi um "milagre anarquista de Natal".

Tom Morello deixou um recadinho para vocês:



Com pelo menos 16 "foda-se" e um "filha da puta", Killing in the name, assim como grande parte das músicas do RATM, possui letras com inflamados discursos políticos contra o sistema. Gravada em 1992, agora também é trilha sonora natalina. O maior milgare e a maior ironia anarquistas do ano. Feliz Natal, motherfuckers!

20/12/09

Brittany Murphy morreu, diz TMZ

O site de fofocas TMZ matou a atriz Brittany Murphy. E se tem uma fonte super segura quando se trata de morte de celebridades, é o TMZ, que furou a CNN e matando Michael Jackson primeiro. A atriz, que tinha 32 anos, teria sofrido uma parada cardíaca. De acordo com o TMZ, o 911 recebeu o pedido de socorro às 8h, no horário local de Los Angeles (EUA). Brittany foi encontra insconsciente, debaixo do chuveiro, pela mãe dela. A atriz foi levada ao hospital, onde foi declarada morta.




Curiosamente, há menos de um mês, o marido de Brittany Murphy, o roteirista Simon Monjack, foi atendido pelo 911 quando passava mal em um Aeroporto de Los Angeles. Ele teria sofrido uma parada respiratória. O site TMZ divulgou o áudio da ligação.

Brittany Murphy começou sua carreira no seriado Blossom, mas ficou famosa pelo papel da ingênua Tai, em "As patricinhas de Bervely Hills". Ela também fez parte do elenco de "Garota Interrompida", "8 Mile", "Recém-Casados", "Grande Menina, Pequena Mulher" e "Sin City".
O seu último trabalho foi o ainda inédito "Os mercenários", filme com Stallone e Schwarzenegger que estreia em 2010 e também conta com a participação da atriz mexicana, radicada no Brasil, Gisele Itié.

16/12/09

Já saiu o trailer de "Alice no País das Maravilhas"

A Disney divulgou hoje mais um trailer do novo filme do Tim Burton, "Alice no país das maravilhas".

Com Johnny Depp e Anne Hathaway, o filme tem estreia marcada para 5 de março de 2010, nos EUA e 16 de abril, no Brasil. O papel principal ficou para a atriz Mia Wasikowsk, após Frances Bean Cobain (filha de Kurt e Courtney Love) recusou o papel oferecido por Burton.

Enquanto abril não chega, vamos de trailer, folks.

De Kraftwerk a BEP, por aí!

Black Eyed Pears sempre com clipes batidas legais. Mas confesso que não entendi qual foi a de Bum bum pow. Achei tudo muito Kraftwerk demais. Tudo muito 1980 demais.

Para começar, alguém tem que lembrar o will.i.am de que voz robotizada causava frisson na época do Kraftwerk, lá para 1977, por aí, mas já saiu de moda depois que Daft Punk abusou do efeito na longínqua década de 1990.




E o clipe? Essa temática “realidade virtual” e os efeitos óbvios de computação gráfica? Kraftwerk faz melhor, hein? E desde 1977.




Em tempo: O Kraftwerk completará 40 anos de idade em 2010. E de acordo com a Rolling Stone, a banda tem planos para um novo disco de estúdio. Aguardaremos, já que os hiatos do Kraftwerk, entre um disco e outro, são grandes (o último já dura mais de 6 anos).

25/11/09

Ingressos para Cranberries à venda; confira os preços

E os ingressos para os shows do Cranberries no Brasil começaram a ser vendidos hoje. A pré-venda vai até o dia 3 de dezembro de 2009. Durante esses dias, apenas clientes da Credicard, Diners e Citibank poderão comprar as entradas,
A partir do dia 4 de dezembro,  as vendas serão liberadas nos pontos de vendas credenciados e bilheterias das casas de shows.

Rio de Janeiro

Local: Citibank Hall - Rio de Janeiro

Data: 28/01/2010

Horário: 21h30

Classificação: 15 anos

Preços:

Camarote R$250 (inteira), R$125 (meia);

Pista: R$160 (inteira); R$80 (meia);

Pista Premium: R$300; R$150 (meia)

Poltrona: R$200, R$100 (meia).

Mais i nformações aqui 

 

São Paulo

Local: Credicard Hall

Classificação: 16 anos (adolescentes de 14 e 15 anos, só acompanhados pelos pais);

Data: 29/01/2010

Horário: 22h

Preços:

Camarote setor 1 – R$300 (inteira); R$150 (meia);

Camarote setor 2 – R$250 (inteira); R$125 (meia);

Pista normal – R$180 (inteira); R$ (meia);

Pista Premium – R$300 (inteira) ; R$150 (meia);

Platéia superior 1 – R$ 140 (inteira); R$70 (meia);

Platéia superior 2 – R$120 (inteira); R$60 (meia);

Platéia superior 3 – R$100 (inteira); R$60 (meia).

Mais informações aqui

 

Belo Horizonte

Local: Chevrolet Hall

Classificação: 16 anos

Data: 31/01/2010

Horário: 20h

Preços:

Pista/Arquibancada R$140 (inteira); R$70 (meia)

Mais informações aqui 

 
Porto Alegre

Local: Pepsi On Stage

Classificação: 14 anos

Data: 03/02/2010

Horário: 21h30

Preços: *

Camarote: R$300

Mezzanino: R$200

Pista: R$90

Mais informações aqui 

 
*No site da Ticketmaster não há informações sobre meia-entrada para o show de Porto Alegre

20/11/09

Confirmado! Cranberries no Brasil em 2010!

Os rumores  foram confirmados! A Reunion Tour do Cranberries vai mesmo passar pelo Brasil. De acordo com o site oficial da banda, estão agendados shows no Rio de Janeiro (28/01), São Paulo (29/01), Belo Horizonte (31/01) e Porto Alegre (03/02).




A turnê na América Latina terá início no dia 26 de janeiro, com uma apresentação no Chile. Depois do Brasil, a banda segue para Argentina, Peru, Venezuela e México. Em março, a banda finaliza a tour na Europa. Atualmente, o Cranberries está na correria, excursionando pela América do Norte. O set list? Como um bom revival, só clássicos. Clique aqui e veja as músicas que foram tocadas no show de 3ª feira passada, na Filadélfia.


O Cranberries, para quem não sabe, deu uma “pausa” em suas atividades em 2003. A banda, que estava na ativa desde 1990, jamais tocou no Brasil. Dolores, no entanto, já apresentou seu show solo no país. Em entrevista ao The New York Times, reproduzida pelo site do UOL, a vocalista diz que a banda não tem pressa em gravar um novo álbum e que a atual turnê seria uma forma de comemorar o 20º aniversário do Cranberries.

Os anos 90 voltaram!

Dolores O'Riordan e os demais integrantes da formação original desembarcam no Brasil dois meses após o Faith No More realizar o seu revival The Second Coming Tour, nas mesmas quatro cidades onde Cranberries irá trocar.

Assim como o Cranberries, o Faith No More também comemora, em turnê, um 20º aniversário: o do lançamento do clássico The Real Thing, terceiro disco da banda (o primeiro com o vocalista Mike Patton) que faria o sucesso da banda.

Se esses revivais são mesmo para comemorar aniversários ou se são caça-níqueis, pouco importa para os fãs. Se a banda continua afiadíssima no palco fizer valer cada centavo do ingresso com uma volta cheia de dignidade, por que não?

Mais informações sobre o show do Cranberries no Brasil

28/01/10 – Rio de Janeiro - Local: Citibank Hall

29/01/10 – São Paulo - Local: Credicard Hall

31/01/10 – Belo Horizonte - Local: Chevrolet Hall

03/02/10 – Porto Alegre - Local: Pepsi On Stage

As vendas começam dia 25/11/2009. Os preços dos ingressos ainda não foram divulgados

Enquanto 2010 não chega, "bora" ver o que só os norte-americanos e canadenses viram.
(Primeiro show da atual turnê do Cranberries)


RIP, Herbert Richers!

Morreu Herbert Richers. O responsável pela dublagem dos nossos desenhos e filmes favoritos. Quem, que quando criança, nunca arriscou seu inglês repetindo “versão brasileira Herbert Richers”?


11/11/09

Resenha: Faith No More em Belo Horizonte (09/11/2009)

O Faith No More encerrou no último domingo, em Belo Horizonte, a sua passagem pelo Brasil. Depois de quatro shows (Porto Alegre, no dia 3; Rio de Janeiro,  dia 5; São Paulo, dia 7; e Belo Horizonte, 9 de novembro), a impressão que ficou foi a de que a banda jamais deixou de ter aquela vibe de 1991, quando fez história no Rock In Rio II.
 
Foto: Rafaela Freitas

Mike Patton e Billy Gould (ao fundo) durante show fo Faith No More em Belo Horizonte

O Chevrolet Hall não estava completamente lotado, mas o público pagante do Faith No More talvez tenha sido um dos melhores em um show internacional de rock na casa. Três tentos.  A acústica do ginásio – que não costuma ser boa – não comprometeu dessa vez, embora, em certas músicas, a guitarra do Jon Hudson parecesse estar mais alta do que os demais instrumentos. Pelo menos, não houve qualquer indício de microfonia. Avance duas casas.

No lugar e na hora errados estava a banda mineira monno (assim, em caixa baixa), que, musicalmente falando, nada tinha a ver com a banda principal da noite. Não empolgaram o público, afinal, a noite era do FNM. Só deles. Volte para o início.

Eram quase 21h quando as luzes se apagaram. Celulares e câmeras em mãos. Era o Faith No More indo para o palco. O público tentava adivinhar qual seria a música de abertura: Reunited ou a instrumental Midnight Cawboy? Foi a segunda. De acordo com o setlist “padrão”, a próxima música seria From Out Of Nowhere e todos já estavam preparados para cantar com Mike Patton pela primeira vez. Eis que o bumbo da bateria de Mike “Puffy” Bordin anunciava a primeira surpresa da noite: The Real Thing, música que tinha sido cortada dos últimos setlists. Gol do Faith No More. E que golaço! O público começou a vibrar, a chorar e se abraçar. Pelo jeito, The Real Thing é a música favorita de muita gente, e não só dessa pessoa que vos escreve.

O público não cantava, mas gritava cada palavra deThe Real Thing. Em seguida, mais duas porradas: Land of Sushine e Caffeine. Mas não antes de Mike Patton se dirigir pela primeira vez ao público, dizendo, em português: “Boa noite, Horizonte... Belo!”. Para descansar, uma baladinha. Mike Patton, aproveitando a derrota do Atlético-MG para o Flamengo, fez questão de “dedicar” a versão em português de Evidence, ao time de coração do seu grande amigo Paulo Junior (baixista do Sepultura), que também estava no show. Em português, disse, ironicamente, “tristeeeeza”, arrancando risadas não só de cruzeirenses, como também de atleticanos. Afinal, não dá para ficar “de mal” do Psicopatton.

O primeiro grande mosh foi formado em seguida: Surprise! You're Dead!. Para acalmar um pouco os ânimos, uma menos pauleira: Last Cup of Sorrow (cujo clipe é baseado no filme Vertigo, de Alfred Hitchcock).  Graças aos chilenos, o Faith No More adicionou a sensacional Ricochet, do álbum “loucão” King for a Day... Fool for a Lifetime, aos setlists da tour sulamericana, inclusive o de BH.

Roddy Bottum dedilha no teclado o famoso cover do Lionel Ritchie e The Commodores, Easy. O público cantou com eficiência, mas nada de histeria. De fato, era um show só para fãs, que não costumam morrer de amores por essa música. Ao contrário de Epic, que foi esbravejada por todos, com muito gosto.

Em seguida, outra pauleira: Midlife Crisis, com direito à galera cantando sozinha o refrão. Na pausa, Mike Patton perguntou se o público queria ouvir “Like a Virgin” da Madonna. Recebeu um sonoro “NÃÃÃOO”, infelizmente (Vão me dizer que não ia ser demais?).

Mais um momento relax. Patton pega um chocalho para tocar durante a “bossa-nova” Caralho Voador, emendando com a música "Ela é Carioca". Ao contrário do “Ela é Paulista”, em São Paulo, Mike não arriscou um “Ela é mineira”. Hora de  The Gentle Art of Making Enemies e mais alguns moshes. 


King for a Day anunciava não só o fim iminente do show, como também os primeiros gritos coletivos de “Porra, Caralho!” promovidos pelo incansável Patton. Até que, em Ashes to Ashes, o “Porra, Caralho” do público funcionou como uma espécie de sample. A banda começou a se despedir. Patton diz que aquele era o último show que o FNM faria no Brasil. Não sabendo se ele se referia à atual turnê ou se era um aviso de que a banda não iria mais continuar na estrada após The Second Coming, o público não perdeu tempo e gritou outro sonoro “Nãããoooo”, arrancando risadas do vocalista que, em português, finalizou “É verdade!”.

Tocaram Just a Man. Durante oito minutos, Patton orquestrava coreografias com o público. Saíram do palco. Depois de menos de cinco minutos de gritos de “Porra, Caralho”, “Faith No More” e “Falling to Pieces”, a banda retorna ao palco para tocar Stripsearch, com direito à abertura de Chariots Of Fire e mais sample com palavrão. Fecharam a noite com a outra surpresa: Mark Bowen, raramente tocada nesta tour. O programado segundo bis, com a clássica We care a lot, não veio. Informações não confirmadas dão conta de que o tempo do show estava para ultrapassar o que havia sido combinado no contrato com a casa de shows. Dessa forma, a banda não pôde voltar para se despedir do público pela última vez. 


Em suma: foi um show fantástico. A banda continua com o mesmo fôlego de antes. A cozinha de Billy e Puffy funciona de forma impecável e brutal. O teclado de Roddy emociona (quem não arrepia naquele final de Epic?). Jon Hudson, único integrante que não estava na banda durante a formação clássica que tocou no Brasil em 91 e 92, pode não ser o guitarrista favorito dos fãs - que preferem o “Big” Jim Martin -  mas é um cara muito simpático e mostrou competência nos riffs e solos. E sobre o Mr. 1000 Voices Psicopatton, só se pode dizer uma coisa: existem bons vocalistas, existem frontmen, existem showmen e, em última instância, existe Mike Patton. Um cara tão inclassificável (e genial) quanto o próprio Faith No More.











O grande pesar dessa mini-tour brasileira foi que a banda deu a entender que The Second Coming trata-se de um projeto passageiro. Apesar de alguns “maybes”, a possibilidade de continuarem na estrada e gravarem novos trabalhos parece ser quase nula. Quem não foi, talvez tenha perdido a última oportunidade de vê-los juntos e ao vivo.





28/10/09

Olha quem virou boneca!

Vi no Twitter da @Ju_Angel e fiquei louca! As cantoras Cyndi Lauper, Joan Jett e Debbie Harry vão virar bonecas. Barbies!

Trata-se da linha de bonecas chamada "Ladies of the 80s" (Moças dos anos 80), que a Mattel pretende lançar em dezembro deste ano, nos EUA.

De acordo com o G1, as bonecas custarão, em média, US$50. Por enquanto, parece que não há previsão para venda no Brasil. Enquanto isso, babemos:


Debbie "Barbie" Harry

Adorei a bonequinha da Debbie Harry, ex-vocalista do Blondie. Tão linda, musa e poderosa quanto a sua versão em carne e osso. É a minha preferida.

Justificar

Joan "Barbie" Jett

Taí uma coisa engraçada. Joan Jett, lésbica, um ícone do movimento feminista e ídola das adeptas do Riot Grrrl virar Barbie. Mas a bonequinha dela ficou linda. Será que vem com a guitarrinha ou será comprada separadamente?




Cyndi "Barbie" Lauper

Deveria ser a melhor boneca de todas, mas esse visual clássico/moderado não combinou. Mattel, né? Cyndi merece algo mais escalafabético. Mais glam! Mais tosco! Mais brega! Mais, sei lá... Cyndi Lauper. Não gostei muito.


E vocês? Gostaram de qual? Qual artista merecia virar boneca também?

22/10/09

Estreia hoje no Brasil a 6ª temporada de House

E se você ainda neeeem assistiu a 5ª temporada, não leia este post. Ele tem n+1 spoilers.



A 6ª temporada de House estreia logo mais, na Universal (TV a cabo), exepcionalmente às 22h, pois Broken, o primeiro episódio, terá duas horas de duração (Oba!). Para quem não se lembra, a temporada anterior terminou com o doutor Wilson deixando Gregory House na rehab, depois de uma bad trip de Vicodin.
Na 5ª temporada, House foi obrigado a conviver com o que ele não gosta muito: a felicidade alheia. Wilson saiu do luto após a morte da noiva Amber, Cuddy realizou seu sonho de ser mãe, Foreman e Thirteen estão namorando e Cameron e Chase, casados.

House ficou só. Como sempre! E pior. A felicidade de seus colegas de hospital é tanta que ele não consegue mais ser o estraga-prazeres. E na nova temporada, ele irá acordar num hospital psiquiátrico e fará de tudo para fugir de lá. Será que essa temporada será a redenção de House? Será que de filha da poota ele vai virar coitadinho? Pode ser e se for, vai ser muito bom.

Mal posso esperar para chegar hoje e noite e conferir! Torçam para não ter futebol no SporTV e meu pai não inviabilizar a televisão!

Update: No episódio, House irá piriguetar Franka Potente (Trilogia Bourne, Corra Lola, Corra...).

Segue um vídeo promo do episódio.

20/10/09

Como vai você?

A @fakedacarol publicou no Twitter um link de uma foto de 2007 do ator Alfonso Ribeiro, o Carlton Banks do seriado The Fresh Prince of Bel-Air (aka 1 Um Maluco do Pedaço; aka 2 Seriado do Will Smith).
Cadê o retardado que usava pulôver e fazia dancinha ao som de Tom Jones?

-Não sei!

A tragetória do ator após o fim do seriado é até bem vasta. Dirigiu algumas séries, protagonizou outras e participou até do clipe Glamorous, dos cantores Fergie e Ludacris.

Cadê o retardado que usava pulôver e fazia dancinha ao som de Tom Jones?

- Não sei!

O fim do A-ha!

Quando eu tinha 4 anos de idade, apresentava um telejornal imaginário chamado "Bom dia, Rafaela", uma das atrações da grade de programação da emissora Rafaela (sim, eu era uma criança com pensamos "silviosônicos).

Não me lembro da "linha editorial" do meu jornalzinho, mas tenho a lembrança da abertura do programa. Projetada dentro da minha cabeça, claro, a abertura era composta por um tanto de imagens de acontecimentos (não sei quais acontecimentos marcariam a vida de uma criança de 4 anos, mas...). E a música era You're the One, cantada por mim, num inglês sofrível, assim como ainda é o meu inglês hoje.

Não imaginava, na época, que essa música era um dos grandes sucessos do A-ha, banda norueguesa de um pop bem bolado que ainda tinha como carro-chefe o clássico Take On Me. Pois é. Na última quinta-feira, 15 de outubro de 2009, a banda anunciou, para 2010, uma turnê mundial de despedida.

A última vez que vi a banda ao vivo em um evento -pela televisão - foi no Live Earth, em 2007. O vocalista Morten Harket estava completamente fora de forma, e não digo só pela barriguinha saliente do ex-galã do pop na década de 1980. Ele tava muito desafinado.

Bom... é sabido que o A-ha não produz nada de relevante há pelo menos 20 anos e que um "vai tarde" não seria grosseria neste momento. Mas é uma banda que vale a pena de se ouvir, nem que seja pelo primeiro álbum, de 1985, Hunting High and Low. Ou, ainda, babar no então inovador clipe de Take On Me.